Virando essa lata prateada
Bebi de meu único calmante.
Então... eu... Vil, burro, delirante,
Parei. Sentei-me na calçada.
A crise, ela é minha amada...
Ou melhor, ela é minha amante.
Está comigo a todo instante,
Até quando choro por nada.
Mas... Bem... Beber um pouco me ajuda.
Parece que a dúvida morre.
Certo, eu sei... Depois... Nada muda.
Ah, mas quer saber? Que se foda!
A vida é cruel e eu tô de porre.
Dá outra lata... E que o mundo exploda!
[M. P.]
A Coragem de Sentir é o que Nos Mantém Vivos
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Texto de Isabela Siqueira para o episódio #56 do Páginas Abertas - Empatia,
Bondade Amorosa & Aprendizado Transpessoal
Como nos relacionamos com a nos...
Há uma semana
7 comentários:
Mas que poeminha mais juvenil e bobo...
é direito seu pensar o que quiser. :)
M.P?
Se não for dessa vez... Eu desisto. "Esse poema é sim bem ruim".
ah, você também tem o direito de pensar o que quiser sobre ele. :)
ainda assim me agrada.
Muito interessante o blog !
Deixo o meu aqui caso queira dar uma olhada, seguir...;
www.bolgdoano.blogspot.com
Muito Obrigada, desde já !
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