"Nenhum poder, um pouco de saber, um pouco de sabedoria e o máximo de sabor possível."
Roland Barthes

19 de abril de 2011

Virando essa lata prateada
Bebi de meu único calmante.
Então... eu... Vil, burro, delirante,
Parei. Sentei-me na calçada.

A crise, ela é minha amada...
Ou melhor, ela é minha amante.
Está comigo a todo instante,
Até quando choro por nada.

Mas... Bem... Beber um pouco me ajuda.
Parece que a dúvida morre.
Certo, eu sei... Depois... Nada muda.

Ah, mas quer saber? Que se foda!
A vida é cruel e eu tô de porre.
Dá outra lata... E que o mundo exploda! 



[M. P.]

7 comentários:

Anônimo disse...

Mas que poeminha mais juvenil e bobo...

Camila P. disse...

é direito seu pensar o que quiser. :)

meeefius disse...

M.P?

Marcelo Pierotti disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Marcelo Pierotti disse...

Se não for dessa vez... Eu desisto. "Esse poema é sim bem ruim".

Camila P. disse...

ah, você também tem o direito de pensar o que quiser sobre ele. :)
ainda assim me agrada.

Amanda Lemos disse...

Muito interessante o blog !
Deixo o meu aqui caso queira dar uma olhada, seguir...;

www.bolgdoano.blogspot.com

Muito Obrigada, desde já !