O depois é sempre óbvio: tédio de dois lugares. A olhar para o mar e sentir o vento, seu anseio é de estar só. A voz do outro confunde o fluxo de seus pensamentos enquanto o marulho a tranquiliza.
Desfruta da cena a paisagem; logra-os a natureza.
Daí por diante tudo é respiração, pulso acelerado e rubor nas faces.
É o adeus.
Autômatos seres de carne e osso
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"A natureza interna do sujeito não tem que inquietar a mais ninguém, senão
a ele mesmo. E é esse o estopim da transformação."
Há, entretanto, casos em ...
Há 2 semanas