"Nenhum poder, um pouco de saber, um pouco de sabedoria e o máximo de sabor possível."
Roland Barthes

17 de março de 2011

poema nonsense

o corpo pulsa
é artéria bombeando vida
para o coração
universo

o mundo sente
é coração dançante
na fluidez dos corpos
estrelas

a vida brilha
é sangue fosforescente
que corre nas veias
caminhos

a língua  busca
é sentido de tudo
que pulsa que brilha que corre
(que pula que brinca que morde)
libido

5 comentários:

Camila P. disse...

o mundo sente universo
a vida brilha estrelas
a língua busca caminhos
o corpo pulsa libido

meeefius disse...

cinco estrelas e dez mordidas pra esse poema.
nhacnhacnhacnhacnhacnhacnhacnhacnhacnhanhacmuack

Antônio Sozinho disse...

delícia..

Roberto B. disse...

foda, literalmente.

Sr. Reticente disse...

big bang