Eu sei, eu sei... embora este blog seja meu, ele não diz respeito a mim (ao menos não inteiramente).. tá lá no título, é só olhar. Porém hoje vou abrir uma exceção: o que está escrito a seguir é fruto podre da confusão e tristeza que se abateram sobre mim uhn.. hoje! Eu queria simplesmente mandar tudo ao inferno, mas desta vez não consigo. Por isso vomitei aqui essa porcaria de desabafo - e que ninguém, por favor, atreva-se a tentar limpar!
É raro eu compartilhar minhas dores com alguém... portanto, vocês que prosseguirão com a leitura, já podem se considerar uns infortunados.
Bom, antes de mais nada: MERDA!
O que devo responder quando perguntarem o que foi feito do brilho que esteve presente nos meus olhos - e que parecia tão intrínseco - durante o último mês?
Como justificar as vezes em que meu sorriso não mais aflorar diante da piada boba de algum amigo?
E de que maneira tocar o costumeiro e resoluto "foda-se" aos golpes da vida, se eu agora uso, não por escolha, a máscara da incerteza, que denuncia infalivelmente minha vulnerabilidade?
Com que direito algumas pessoas me surgem de forma tão fascinante, arrancam-me suspiros e o fôlego, compartilham pedaços de nossas vidas e depois, deliberadamente, batem em retirada, levando de quebra um coração - que, aliás, eu tratei de guarda (leia-se enclausurar) com tanto cuidado e por tanto tempo -, feito gatunos?
E essa sensação que fica, de coisa mal resolvida, mal digerida... o que eu faço com ela?
~ definitivamente, depois de tempos, estou na fossa.
A Coragem de Sentir é o que Nos Mantém Vivos
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Texto de Isabela Siqueira para o episódio #56 do Páginas Abertas - Empatia,
Bondade Amorosa & Aprendizado Transpessoal
Como nos relacionamos com a nos...
Há uma semana
Um comentário:
"E de que maneira tocar o costumeiro e resoluto "foda-se" aos golpes da vida, se eu agora uso, não por escolha, a máscara da incerteza, que denuncia infalivelmente minha vulnerabilidade?
Com que direito algumas pessoas me surgem de forma tão fascinante, arrancam-me suspiros e o fôlego, compartilham pedaços de nossas vidas e depois, deliberadamente, batem em retirada, levando de quebra um coração - que, aliás, eu tratei de guarda (leia-se enclausurar) com tanto cuidado e por tanto tempo -, feito gatunos?
E essa sensação que fica, de coisa mal resolvida, mal digerida... o que eu faço com ela?"
Essa parte valeu pelo que você sentiu!
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